Atenção, PROFESSORES…
Participe da nossa palestra online para entender como aproveitar período trabalhado em diferentes lugares previdenciários e evitar erros que podem atrasar sua aposentadoria.
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05/11 | 19:30 | GOOGLE MEET
Por Eliane Santos – Advogada Especialista em Direito Previdenciário
- Quando a Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) é necessária para o professor;
- Como aproveitar corretamente períodos trabalhados no INSS, contratos temporários, municípios e estados;
- Os erros mais comuns que podem fazer tempo de contribuição ficar fora da sua aposentadoria;
- O que analisar antes de solicitar sua CTC para evitar atrasos e problemas futuros.
Se você já trabalhou como professor temporário, contribuiu para o INSS antes de ingressar no serviço público ou possui tempo de contribuição em mais de um regime previdenciário, é muito provável que precise da Certidão de Tempo de Contribuição para aproveitar esses períodos na sua aposentadoria.
Só que muitos professores deixam esse assunto para o final da carreira e acabam enfrentando exigências, correções de documentos e atrasos que poderiam ter sido evitados.
E é exatamente isso que eu vou te explicar durante a nossa palestra.
Por isso, se você é professor e quer entender quando a CTC é necessária, como ela funciona e quais cuidados tomar para não perder tempo de contribuição, clique no botão abaixo e faça sua inscrição gratuita.
Meu nome é Eliane dos Santos Araújo Purper, sou especialista em Direito Previdenciário e em Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), com atuação voltada à previdência dos servidores públicos, especialmente professores.
Ao longo da minha carreira, atendi inúmeros professores que chegavam ao escritório carregando uma pasta repleta de documentos e um grande sonho: conquistar a tão esperada aposentadoria.
Muitos acreditavam que estava tudo pronto. Afinal, haviam trabalhado durante décadas, cumprido sua missão na educação e imaginavam que bastava protocolar o pedido.
Mas, ao iniciar a análise dos documentos, encontrava um problema que se repetia com frequência: o tempo de contribuição não estava reunido da forma correta.
Contribuições permaneciam espalhadas entre o INSS, diferentes municípios, Estados ou outros regimes previdenciários, impossibilitando o aproveitamento de todo o tempo já conquistado.
Eliane Santos - Todos os direitos reservados